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BATIZAR-SE PELOS MORTOS  "Existia na igreja de Corinto a doutrina de batizar-se pelos mortos? Como entender 1 Coríntios 15.29?"  29  Doutra maneira, que farão os que se batizam por causa dos mortos? Se, absolutamente, os mortos não ressuscitam, por que se batizam por causa deles? Sempre houve os que deram ao batismo nas águas valor sacramentai, valor que transmite graça ao que recebe o ato. Há igrejas que julgam ser o batismo indispensável à salvação, e, por isso, batizam até crianças. Nos dias de Paulo," houve os que levaram esse assunto a tal ponto que julgaram necessário batizar pessoas vivas em lugar de outras que haviam morrido sem terem oportunidade de receber o batismo. O texto está indeterminado: "Que farão os que se batizam", parecendo que tal doutrina existia na igreja local. Tratava-se de um ensinamento estranho, chegado acidentalmente ao conhecimento da igreja. Paulo, é claro, não estava apoiando essa doutrina errada, nem podia apoiá-la, pois ...
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A ORIGEM DOS CALENDÁRIOS  "Quando teve início a Era Cristã?  E qual a origem dos calendários, mormente do nosso?" "Era" é um acontecimento marcante, que serve de partida de um sistema cronológico. No que tange à Era Cristã, ela teve início no nascimento de Jesus Cristo. É comumente escrita em forma abreviada "AD"do latim "Anno Domini" que significa 35 Ano do Senhor. Para as datas antes do nascimento de Jesus, usa-se a abreviatura "AC" que se refere às palavras Antes de Cristo. A contagem do tempo que vai de Adão a Cristo é feita no sentido regressivo, isto é, o cômputo de Cristo para Adão. Noutras palavras, partindo de Adão para Cristo, os anos diminuem até chegar à Era Cristã, portanto de Cristo para Adão (o normal), os anos aumentam. É que Jesus é o centro de tudo, e também do marco divisório e central do tempo. Quando Jesus nasceu, o Império Romano dominava o mundo. Os romanos datavam seus acontecimentos tomando por base o ano...
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A PARÁBOLA DAS DEZ VIRGENS   "Como se explica a parábola das dez virgens? " As dez virgens da parábola proposta por Jesus em Mateus 25.1-13, 1  Então, o reino dos céus será semelhante a dez virgens que, tomando as suas lâmpadas, saíram a encontrar-se com o noivo. 2  Cinco dentre elas eram néscias, e cinco, prudentes. 3  As néscias, ao tomarem as suas lâmpadas, não levaram azeite consigo; 4  no entanto, as prudentes, além das lâmpadas, levaram azeite nas vasilhas. 5  E, tardando o noivo, foram todas tomadas de sono e adormeceram. 6  Mas, à meia-noite, ouviu-se um grito: Eis o noivo! Saí ao seu encontro! 7  Então, se levantaram todas aquelas virgens e prepararam as suas lâmpadas. 8  E as néscias disseram às prudentes: Dai-nos do vosso azeite, porque as nossas lâmpadas estão-se apagando. 9  Mas as prudentes responderam: Não, para que não nos falte a nós e a vós outras! Ide, antes, aos que o vendem e comprai-o. 10 ...
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O SELO DA PROMESSA  "O batismo com o Espírito Santo é o selo da promessa? " Uma das muitas obras do Espírito Santo é a de selar. Este serviço Ele o faz no momento em que a pessoa aceita Cristo como Salvador: "E tendo nele crido, fostes selados com o Espírito Santo da promessa, o qual é o penhor da nossa herança", Ef 1.13,14. É oportuno dizer algo sobre o selo do Espírito Santo nesta dispensação. Muitos confundem selo com batismo, dizendo serem ambos uma mesma coisa. Não. O selo do Espírito é a garantia de que somos, a partir da nossa conversão, propriedade exclusiva do Senhor nosso Deus; e, como afirma Norman Harrison em Efésio, o Evangelho das Regiões Celestes, comentando Efésios 1.13 e 14: "Quando cremos, o Espírito procura assegurar o seu direito em nós. Este é o seu trabalho selador. A palavra selar tem três significados: 1. Uma transação terminada. É imutável o selo de autoridade, é como quando o tabelião sela um feito ou qualquer documento com selo...
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FESTA DO "ÁGAPE"   "O que era a festa do 'Ágape'? " O Novo Testamento refere-se a esta festa em 2 Pedro 2.13  13  recebendo injustiça por salário da injustiça que praticam. Considerando como prazer a sua luxúria carnal em pleno dia, quais nódoas e deformidades, eles se regalam nas suas próprias mistificações, enquanto banqueteiam junto convosco; e Judas v.12. 12 Estes homens são como rochas submersas, em vossas festas de fraternidade, banqueteando-se juntos sem qualquer recato, pastores que a si mesmos se apascentam; nuvens sem água impelidas pelos ventos; árvores em plena estação dos frutos, destes desprovidas, duplamente mortas, desarraigadas;  Consistia numa refeição em comum, geralmente ligada à celebração da Ceia do Senhor, imitando o exemplo de Jesus e seus discípulos, que participaram da Ceia Pascal, imediatamente antes da instituição da Santa Ceia. A festa de amor ou Ágape, usualmente formava parte do festim por ocasião de batismo ou c...
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ANJO DA GUARDA  "É verdade que cada homem tem o seu anjo da guarda?"   Reconhecemos que os anjos são seres elevados, independentes. Existem, porém, anjos que não guardaram o seu principado, antes abandonaram o seu próprio domicílio e, por isso, o "Senhor os tem reservado em trevas, com cadeias eternas para o juízo do grande dia", Jd v.6. Encontramos, também, outros lugares na Bíblia, em que se fala desse assunto. Existem anjos que são maus e procuram prejudicar os homens; há, igualmente, hostes de anjos bons, criados por Deus e postos para o servir. Eles voluntariamente, servem a Deus e estão sempre juntos do seu trono, para fazerem a sua vontade. Salientamos, que não nos é permitido adorar anjos. Está escrito, a respeito de João. que um dia se prostrou diante do anjo que lhe concedera a revelação maravilhosa. O anjo, porém, lhe disse: "Vê, não faças tal? Sou servo contigo e com os teus irmãos... adora a Deus". Os colossenses erraram grandemente nes...
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MÁQUINAS  "Que máquinas eram aquelas de 2 Crônicas 26.15?"  Fabricou em Jerusalém máquinas, de invenção de homens peritos, destinadas para as torres e cantos das muralhas, para atirarem flechas e grandes pedras; divulgou-se a sua fama até muito longe, porque foi maravilhosamente ajudado, até que se tornou forte. Como o próprio versículo indica, tratava-se de armamentos bélicos rudimentares construídos para proteger Jerusalém e combater seus inimigos. É a primeira vez que a história bíblica registra a existência desses aparelhos, que eram acionados por cordas e colocados em lugares estratégicos, nas muralhas da cidade, a fim de que seus manejadores tivessem a mais ampla visão da área a ser defendida.  Divulgado por   Oficina Bíblica Extraído do livro a Bíblia Responde Edições cpad +artigo como este clique aqui ⇨ Oficina Bíblica